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Com o dólar chegando a quase R$ 4 reais, muitos viajantes trocaram destinos internacionais pelas belas praias do Brasil. Essa mudança influencia também as contratações do seguro viagem.

Muitos viajantes que não contratam o benefício contam com o plano de saúde, mas esbarram na cláusula da cobertura regional, ou seja, não tem direito a médicos e assistência naquele lugar em que está.

Aí cai no sistema público de saúde, que infelizmente é deficiente em muitas localidades. Pode também optar por uma consulta em uma clínica particular ou hospital em uma emergência. Mas será extremamente oneroso, mais caro que o seguro todo.

“O valor do seguro, mesmo para destino nacional, é extremamente acessível e o cliente ainda conta com diversas vantagens e coberturas diferenciadas”, diz Gelson Popazoglo, diretor comercial da GTA – Global Travel Assistance empresa especializada em seguro viagem.

Quanto custa o seguro-viagem?

A GTA tem 3 modalidades de planos que possibilitam grande economia em caso de imprevistos: Nacional 30.000, Nacional 18.000 e o Nacional 6.000, que oferecem vários tipos de coberturas, com custos para os mais variados perfis de viajantes.

Para uma viagem de até oito dias, as tarifas variam de R$ 25, no plano Nacional 6.000, a R$ 52 no Nacional 30.000.

O viajante tem direito a assistência médica por acidente e por enfermidade, para doenças pré-existentes, assistência odontológica e farmacêutica, além de seguro bagagem e cobertura em caso de cancelamento de viagem.

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