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Foto Fábio M. Rezende/Arquivo Pessoal

Foto Fábio M. Rezende/Arquivo Pessoal

 

Andrea Miramontes – Lado B Viagem

 

Elas vivem na Tailândia e, desde os cinco anos, passam a usar argolas no pescoço. Quanto mais velhas, mais enfeites têm.

O pescoço alonga com o uso. Uma mulher sem argolas tem 10 cm de cervical em média. Já com o metal, o tamanho pode dobrar.

Há teorias sobre o costume.

Como as mulheres eram escravizadas, antigamente o enfeite servia para desvalorizá-las e não serem escolhidas como servas.

Outra versão é a de que ficam mais atraentes para os homens. Mas hoje, a verdade é que ganham dinheiro de fotos com turistas, por serem exóticas, e aproveitam a popularidade para vender artesanato.

O oficial de justiça Fábio M. Rezende esteve na aldeia de Baan Nai Soi, norte da Tailândia, na tribo de Karen, onde moram. Ele conta que vivem reclusas, são tímidas, vendem artesanatos e, em inglês, só sabem mesmo falar de dinheiro.

— Tentei conversar, mas elas não entendem, falam a língua delas. Só sabem falar o preço das peças em inglês.

Rezende conta ainda que as argolas são pesadíssimas, mas as mulheres mais velhas aguentam muitas penduradas na cervical.

— Peguei uma argola e é bem pesada. Mesmo assim, quanto mais velhas ficam, mais argolas elas usam.

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Argola pesa cinco quilos, revela Fábio (foto Fábio M. Rezende/Arquivo Pessoal

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