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O filhote de leão Simba foi descartado quase morto e resgatado, depois de ter as pernas traseiras quebradas de propósito, para que não pudesse fugir enquanto posava para fotos com turistas.

O filhote tinha algumas semanas quando foi arrancado da mãe e forçado a posar para fotos na Rússia.

Histórias como essa acontecem em várias partes do mundo, em parques, zoológicos e inclusive falsos “santuários”, que vivem da exploração dos animais, pagos por turistas que tiram fotos com os bichos.

A organização russa que explora animais para turistas e o torturou chama-se Lion Club.

De acordo com o veterinário que o resgatou, Karen Dallakyan, ao jornal Daily Mail, o animal foi “torturado e espancado”, teve graves lesões na coluna vertebral e quase morreu.

Karen Dallakyan

Leãozinho Simba quando foi resgatado pelo veterinário Karen Dallakyan (autor da foto), na Rússia

Depois de dar lucro, o animal foi descartado, com fome, quase incapaz de se mover, amarrado no frio, na região russa do Daguestão.

Operado pelo veterinário que o resgatou, o leãozinho se recupera e está reaprendendo a andar.

lion Karen Dallakyan

Veterinário russo Karen Dallakyan, que resgatou e operou Simba, o ajuda a se recuperar na Rússia (foto Facebook Karen Dallakyan)

Como podemos evitar isso?

Nunca dê seu dinheiro a parques, zoológicos e supostos “santuários” que permitem a exploração do animal por lucro.

Santuário de verdade não ganha dinheiro com visitação e nunca permite contato com os animais, como possibilidade de selfies e “oportunidade” de dar comida ou mamadeira.

Por trás de todos esses lugares que exploram há histórias como as de Simba. Você pode conhecer um pouco mais desse mundo podre com o documentário A Máfia dos Tigres.

Se ama animais e quer um turismo sustentável, livre de toda crueldade, indico que se junte ao Lado B Viagem nas redes sociais.

Curta aqui:

Três filmes e documentários para abandonar a exploração de animais no turismo

 

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